Janine Niepceron – Cursos de Moulage 2016

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Contato: janine@janineniepceron.com.br

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Alegria de Viver!

Onde quer que você esteja, seja com quem estiver, lembre-se sempre do grande presente do momento presente!

E para este novo ano, novo ciclo da vida, permita-se abrir os olhos e ver as coisas que estão tão próximas e são tão inspiradoras! Sonhe com o seu futuro e, a cada momento, entregue-se à alegria de viver, do seu próprio jeito!

Feliz 2013!

Inspire-se nos grandes mestres!

Prêt-à-porter: um olhar racionalizado e produtivo

Foi no século XIX, que o ser humano passou a pensar na vida no mundo industrial. A paixão pelo maravilhoso mundo das máquinas tem como resultado tudo o que vemos hoje: alta velocidade, capacidade de reproduzir padrões com grande fidelidade, acessibilidade dentre outros.

O trabalho artesanal que migrou para o trabalho industrial, caracteriza-se pela presença do elemento fundamental: a “matriz”. A matriz está na configuração do produto, assim como seu no processo do produtivo.

São gerações da racionalizacão do trabalho. Hoje estamos já na terceira geração da racionalização do trabaho.

No nosso meio, “o maravilhoso mundo da costura”, as ações no aprimoramento, tem base na observação, análise, design (de produto e de processo), monitoramento e seu incremento constante. Na roupa que vestimos agora, estão inscritas a trajetória histórica de nossa evolução.

Nossas matrizes, conhecidas também como “gabaritos”, sejam de bolso, gola, vista ou outro, são garantias do produto, na forma, na qualidade e no processo.

Aqui também são matrizes os gestos e os movimentos, em cada operação são racionalizados, levando em consideração o cliente/usuário, o operador(a), os recursos (equipamentos, espaço, etc), o produto e os custos. Para garantir o equilíbrio do conjunto o empresário deve considerar também o “meio”, onde estão a sociedade e o meio ambiente.

Aos apaixonados por Couture, não se preocupem, sempre haverá espaço em nossos corações.

Corset x Espartilho x Corselet x Corpete: afinal qual a diferença?

Esta peça de vestuário, ao mesmo tempo histórica e atemporal, seduz a quem quer usar assim como a quem aprecia contemplar. Afinal valoriza o corpo feminino, independente do tamanho!

O uso regular pode fazer com que seu corpo tome naturalmente a forma acinturada.

Veja o que diz a própria Madame Sher, no link:

Fonte: http://noticias.r7.com/record Acessado em 11 fev 2012.

Veja também:

Madame Sher: Corsetière.

Moulage: Cursos Avançados


Vestido Dolce & Gabbana. Fonte: http://www.dolcegabbana.com

Esta semana, inicia-se o curso MOULAGE Técnicas Avançadas, na Escola São Paulo. De 7 a 11 de fevereiro das 10h às 13h.

Nestes encontros os alunos poderão criar suas peças. Para isso irão percorrer os processos de Moulage, planificação e todo o detalhamento da construção, estrutura interna e acabamentos, com informações e técnicas para obter um produto de alta qualidade e refinamento.

É possível tornar todas as mulheres belas com vestidos bem feitos? Aventure-se na decoberta!  Veja no link, os materiais necessários já na primeira aula.

http://www.escolasaopaulo.org/atividades/moulage-tecnicas-avancadas-verao-2012/moulage-tecnicas-avancadas

Alessandra veste um corselet Janine, com estrutura interna em metal.

Em Maio de 2012, teremos o curso de CORSELET e ESPARTILHO, de 5 a 26 de maio, aos sábados, das 10h às 17h.

http://www.escolasaopaulo.org/atividades/moulage-evolucao-do-corselet-e-espartilho-1o-semestre-2012/moulage-evolucao-do-corselet-e-espartilho

Madame Grès

Uma das mulheres mais cérebres da moda francesa, Madame Grès (1903-1994), antes Alix Barton, é  representante da geração de costureiras como Chanel, Vionnet, Schiaparelli e Jeanne Lanvin.

Ela quis ser escultora e depois bailarina. Sonhava com a costura sem dedal e sem agulha. Nos anos 1940, tudo isso  tornaria a ser sua  identidade, com uma costura arquitetônica e seus drapeados à Grès. Lucien Lelong, então presidente da Chambre Syndicale de la Haute Couture, foi seu grande incentivador pela continuidade do trabalho através de tempos de guerra e paz. Seu marido se chamava Serge Czrefkov, cujo prenome era quase um anagrama do nome de sua maison: Grès.

“É necessário haver o desejo de fazer qualquer coisa com qualquer coisa. Estes vestidos drapeados, dizem ser antigos. Mas nunca me inspirei no antigo. No tempo em que este tecido não existia (jérsei de seda finíssimo), eu não tinha a idéia de fazer drapeados. Mas desde que o encontrei, o tecido tem caído no lugar por si próprio. Os escultores gregos fizeram suas esculturas a partir de tecidos que dispunham.” Ela parece haver misturado seu sangue ao de Ictinos e Callicratès, arquitetos do cérebre Parthenon, mestre da ordem e da propoção. “Para mim é a mesma coisa trabalhar o tecido ou a pedra.”

Assim, seus vestidos esculpidos ocuparam seu lugar legítimo no Musée Bourdelle, este ano, em Paris.

Os drapeados minunciosos foram ferramentas de Grès na construção tridimencional da roupa em proporções visionárias, eternamente belas.

Referência:

BENAIN, Laurence. Mémoir de la mode: Grès. Paris: Assouline, 1999.

Madame Grès: la couture à l’oeuverture . Catálogo da exposição. Paris: Musée Bourdelle, 2011.

Poesia em superfícies têxteis

Amy Butler.

Paixão, inspiração e dedicação, seriam pouco para descrever esta designer.

Estar rodeada de coisas e pessoas belas, estar presente para a exuberância da natureza fazem com que o produto seja reflexo dessa experiência de prazer de ver e viver.

Detalhes

Coleção Lanvin. Foto Gianni Pucci
Coleção Lanvin. Foto Gianni Pucci
Coleção Lanvin. Foto Gianni Pucci
Coleção Lanvin. Foto Gianni Pucci
Coleção Lanvin. Foto Gianni Pucci
Coleção Lanvin. Foto Gianni Pucci
Coleção Reinaldo Lourenço. Foto Bob Wolfenson
Coleção Reinaldo Lourenço. Foto Bob Wolfenson

“God is in details” (Deus está nos detalhes) dizem alguns. Outros dizem que a identidade do designer de Moda está nos detalhes.

A qualidade é um atributo inquestionável devendo ser sempre monitorada, avaliada e cultivada.

Depois disto, vem a questão do modo, da forma de resolução dos detalhes.

Como fazer as bordas, barras e bainhas?

Pences e bordas aparentes? a fio?

Como tratar os recortes? Costura aberta? Pespontada? Outro?

Como manter um drapeado sem utilizar costuras franzidas?

Como prender os aviamentos – pérolas, pedras, sementes, metais, couro, peles? E como gerenciar a influência do peso e outras particularidades destes materiais?

Para toda idéia criativa, há paralelamente o conhecimento técnico aplicado e o intenso processo de desenvolvimento de produto.

 

Navy

Christian Dior, por John Galliano, na colecão pret-a-porter primavera 2011, prova mais uma vez que o detalhamento da peça – recortes, pespontos, misturas, diferentes materiais, diferentes texturas e aviamentos – proporciona um diferencial de riqueza ao conjunto dos seus elementos de matéria, tecnologia, técnica, qualidade e estilo. A coleção, tem toques “navy” (marinheiro), masculino, florais e Havaí, numa inspiração que remete ao Sul do Pacífico.

Modelo: Lee Hye Jung.  Foto: Yannis Vlamos.  Style.com